Entidades repudiam ataques a repórter na CPI das Fake News

'Misógino, violento e sexista'. Leia o que dizem as entidades

           

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Quem é Patrícia Campos Mello, a jornalista petista que foi desmentida por Hans River na CPI das Fake News? É filha de Helio Campos Mello, dono da finada Revista Brasileira, que recebeu R$ 1,6 milhão da conta de propinas da Odebrecht, a pedido de Guido Mantega. Marcelo Odebrecht confessou isso em seu depoimento a PF, e esse vídeo está no Google para quem quiser ver. Mas a tal da repórter da Folha, que hoje recebe apoio de todos os lados (inclusive do Presidente da Câmara) pelo visto, pertence a classe dos inimputáveis e inatacáveis, porque, segundo a imprensa sórdida e a sebosa e empolada intelectualidade tupiniquim, as ofensas (ou mesmo, segundo o depoente, a verdade sobre a atuação pouco ortodoxa dela), têm conotação sexual. Mas injurias muito mais torpes (e tbm com grave conotação sexual), como as que foram dirigidas as Ministras Damares e Regina Duarte foram toleradas por todos eles né? Deve ser o que a classe artística e jornalistica chama de machismo e sexismo do bem não? Até Rui Costa que chamou o depoente de favelado, não foi classificado como racista, porque, afinal, o rapaz que é negro, não está do "lado do bem" materializado por Costa, pela imprensa nauseante e por artistas que hoje babam de ódio ou mesmo estão em grave crise de abstinência de recursos públicos. Fica cada vez mais clara a indignação seletiva e repulsiva dessa gente para quem, mulheres de direita podem ser insultadas e desrespeitadas, mas a filha de um cara enrolado até o pescoço na Lava Jato não pode, porque afinal ela milita pelo lado da "luz"... Haja hipocrisia e repito, essa indignação flexível, maleável e repugnante, é mesmo de dar nojo e náuseas.


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